Já estão valendo no Brasil as novas medidas anunciadas pela Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC no que diz respeito tanto a empresas aéreas quanto passageiros. A partir do mês de março a franquia de bagagem foi extinta, ou seja, agora as bagagens serão taxadas por unidade, peso e dimensões.

Apesar da indignação de muitos passageiros que serão taxados por um serviço que antes era gratuito, a ANAC afirma que a medida servirá para aumentar a competitividade entre as empresas aéreas, baixar os preços dos bilhetes e se adequar à forma como as companhias do resto do mundo trabalham, já que apenas Brasil e Venezuela ainda adotam a franquia de bagagem até o momento.

A ANAC determinou, em dezembro de 2016, que cada companhia poderá preparar uma tarifa própria com preços e condições justas para seus clientes, já que valores abusivos poderão perdê-los para a concorrência rapidamente. Desta forma, a empresa ficará livre para oferecer aos clientes este serviço da forma que achar melhor.

Por exemplo, a Gol saiu na frente informou que o passageiro que tiver várias bagagens a despachar pagará por elas um valor decrescente. A primeira sendo a mais cara; a segunda, mais barata e assim por diante. A empresa ainda sugere que pessoas viajando sem bagagem a ser despachada terão um desconto no bilhete, que a tarifa funcionará como uma opção para os usuários que optarem por utilizá-la e que o seu programa de milhas, o Smiles, passará a conter cláusulas que beneficiam com descontos aqueles usuários com bagagem despachada.

Mesmo insatisfeito com a novidade, o consumidor que não pode parar de viajar agora terá de avaliar as empresas com mais cautela e se informar sobre o quanto deverá pagar por levar consigo os seus pertences, além da bagagem de mão (que ainda será gratuita).

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