Estudar nos Estados Unidos é uma realidade cada vez mais próxima de muitos jovens brasileiros, especialmente aqueles que conseguem unir os estudos a algum talento esportivo específico. Isso porque muitas universidades americanas descobriram no Brasil um grande celeiro de atletas nas mais diversas modalidades esportivas.

A oferta das universidades é tamanha que algumas empresas brasileiras se especializaram em “garimpar” talentos no país, cuidando de todo o processo de seleção, intermediação, envio e de toda a vida acadêmica e esportiva do atleta em território americano. O que tem facilitado o sonho de muitos jovens que pretendem morar nos EUA legalmente.

O esporte mais procurado pelos jovens brasileiros é o futebol. Com o crescimento dessa modalidade nos EUA, ela é a que mais abre vagas nas universidades norte-americanas. Mas se você tem talento em outro esporte, não se preocupe, basquete, vôlei, natação e saltos ornamentais também estão à procura de talentos brasileiros.

O aluno interessado em intercâmbio esportivo deve prestar atenção a algumas coisas importantes para conseguir ter sucesso em sua trajetória. Há uma avaliação inicial, baseada na identificação completa do perfil do aluno, o que inclui pré-requisitos exigidos pelas universidades. No caso do futebol, é realizado um jogo que é transmitido via internet para treinadores americanos. Já a avaliação para outros esportes, como o caso da natação, é realizada por vídeos e índices pré-determinados, que devem ser alcançados pelos candidatos.

Os passos seguintes avaliam o nível de inglês do aluno, suas notas do ensino médio, além de testes físicos e técnico. Com base nessa avaliação “global” a empresa determina um plano de preparação para que o “estudante-atleta” obtenha a bolsa esportiva, processo que pode durar entre seis e 12 meses.

A questão financeira tem sido um fator determinante para o aumento da procura por programas de intercâmbios esportivos. Há, inclusive, alunos que conseguem garantir 100% da bolsa para estudar fora. É interessante frisar que, uma vez atendidas as condições iniciais, um aluno brasileiro pode perfeitamente estudar em uma universidade americana gastando 60% menos do que gastaria em uma escola particular no Brasil.

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