Dados mais recentes levantados pelo governo americano no final de agosto indicaram que a economia dos Estados Unidos avançou a um ritmo anual de 4,2% no segundo trimestre de 2018, levemente acima dos 4,1% calculados anteriormente e a maior porcentagem desde 2014.

O Departamento de Comércio publicou, no final deste mês, o segundo dos seus três cálculos sobre a evolução do produto interno bruto (PIB) entre abril e junho nos EUA. O número superou as expectativas dos analistas, que tinham previsto uma taxa de crescimento de 4,1%.

A despesa dos consumidores, que representa dois terços da atividade econômica, aumentou 3,8% ao invés de 4%, como calculado previamente, mas essa queda foi compensada pela despesa do Governo Federal, que foi revisada para cima, de 2,1% para 2,3%, e o auge das exportações, que cresceram 9,1%.

Desse modo, se confirma a aceleração na primeira economia mundial no segundo trimestre do ano, depois de registrar uma taxa anualizada de crescimento no primeiro trimestre de 2,5%.

Este segundo cálculo equivalente ao trimestre aproxima a promessa do presidente Donald Trump de levar o crescimento a uma taxa anual de 3%, impulsionado por um enorme plano de incentivo fiscal aprovado em dezembro que inclui significativos cortes de impostos para as empresas e, em menor medida, aos trabalhadores.

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