Por Laís Oliveira

O ano de 2018 será incrível para o surfe brasileiro e promete muitas emoções. É que o Brasil vai contar com 11 representantes, dois a mais do que em 2017, participando do Mundial. Com esse número de surfistas, o país se torna a nação com o maior número de atletas na elite do esporte. Com cinco nomes a mais, as novidades ficam por conta de Jessé Mendes, Tomas Hermes, Yago Dora, Willian Cardoso e Michael Rodrigues.

No Mundial de Surfe, Como regra da WSL, permanecem os 22 primeiros colocados na elite e, assim, trocam os dez últimos pelos dez primeiros do ranking da divisão de acesso. Além disso, dois atletas ainda são beneficiados com wildcards para assim, se manterem no tour.

Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Caio Ibelli e Ítalo Ferreira se mantém no CT. Natural de Pernambuco, Ian Gouveia, 23º colocado do ranking, recebeu ao lado do norte-americano Kelly Slater o wildcard e vai competir novamente no tour. No entanto, o Brasil sofreu três baixas, os paulistas Miguel Pupo, Wiggolly Dantas e o potiguar Jadson André que estão fora e vão voltar às competições do Qualifying Series.

O Mundial de Surfe de 2018 começará em 11 de março e, como tradição, com a perna australiana. Os três primeiros eventos do ano vão acontecer na Oceania e depois seguem para Brasil, Indonésia, África do Sul, Taiti, Estados Unidos, França, Portugal e, por fim, Havaí.

Medina foi o surfista mais bem pago do mundo em 2017

O mundial de surfe acabou e o caneco ficou pela segunda vez consecutiva com o local John John Florence, com muita comemoração no Havaí. No entanto, engana-se quem pensa que o campeão do mundo foi o que mais lucrou no ano de 2017, pois o surfista mais bem pago de toda a temporada foi o brasileiro Gabriel Medina.

Apesar de o bicampeonato mundial não ter ido para o Brasil, Medina terminou o ano topo do planeta no quesito lucro. Vencedor de duas etapas do Circuito, além de um segundo lugar e dois terceiros, o brasileiro embolsou R$1.232.065,58 (US$ 374.750) na temporada, superando John John Florence.

Mesmo terminando ano em décimo, Filipe Toledo foi o terceiro mais bem pago do ano. Como o paulista venceu duas etapas, ele levou para casa uma bolada de R$ 996.173,10 (US$ 303.000). Adriano de Souza, o Mineirinho, divide a sétima colocação do ranking com o australiano Owen Wright. Os dois faturaram R$ 763.568,33 (US$ 232.250) cada.

Além dos três brasileiros dentre os 10 mais bem pagos, há ainda os outros seis que fizeram parte do CT de 2017. Caio Ibelli, 18º colocado do ranking, lucrou R$ 513.267 mil. Ítalo Ferreira, o 22º, levou para casa R$ 340.565 mil e Ian Gouveia, o 23º da lista de 2017, recebeu R$ 451.601 mil.

Para conferir como foi o mundial de 2017, clique aqui.

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