Principal moeda no mercado de câmbio, o dólar é a base para transações e utilizada em grandes movimentações da economia global, sendo utilizada em 87% de todas as transações deste mercado, e a moeda que tem a maior aceitação no mundo inteiro.

É por isso que há uma preocupação diária em diversos países com sua cotação, pois sua alta ou queda influencia nos mais diversos setores da economia e varejo, o preço que você paga em seus produtos rotineiros, a viagem internacional que você pretende fazer, o dinheiro que pretende receber ou enviar para um parente que será convertido, por exemplo, de dólar para real e pode perder ou ganhar valor e muito mais.

Após oscilar acima de R$ 4,00 no final de agosto (2018) e durante todo o mês de setembro, no entanto, a moeda americana barateou quase 40 centavos até a véspera das eleições para presidente no Brasil, chegando a ser cotada em R$ 3,73 em alguns dias. A ascensão de Bolsonaro e a expectativa de que a política econômica seria gerida de forma convencional pela equipe de Paulo Guedes explicam a queda.

Porém em novembro a moeda voltou a subir e assustar investidores e consumidores com uma alta de 3,6% no mês. Desde então a moeda é cotada, com pouca alternância, sempre entre R$3,84 e R$ 3,94. Essa alta da moeda dificulta a vida de quem pretende fazer uma viagem internacional de turismo ou de compras, por exemplo. Além da compra da moeda, as hospedagens e as passagens aéreas passam a custar mais para quem pretende viajar.

Para quem está no Brasil, aqueles produtos que usam matérias-primas importadas na sua fabricação podem ter um aumento no preço final a médio prazo. Por exemplo, componentes de eletrônicos e eletrodomésticos como geladeiras, celulares e televisores sentirão o impacto. O mesmo acontece com remédios, itens de beleza e cosméticos e muito mais.

A palavra chave em tempos de dólar alto é se planejar. Se você está no Brasil e sua viagem vai acontecer em menos de 90 dias, já é bom começar a trocar a moeda. Fique de olho na cotação e quando ele baixar, troque um pouco. Vá fazendo assim nos próximos dias e até a data da sua viagem, porque o dólar tem a tendência de flutuar bastante e assim você pode minimizar as altas mais significativas.

Para quem mora nos EUA e tem família no Brasil, o dólar em alta oferece um bom momento para estas pessoas mandarem mais recursos para parentes no Brasil. Somente neste ano, os brasileiros que vivem no exterior mandaram US$ 1,4 bilhão para as famílias que deixaram no Brasil. É um valor 7% maior do que o recebido nos oito primeiros meses de 2017. Ou seja, entre agosto e novembro, os residentes brasileiros em outros países, em especial nos EUA, aproveitaram a janela de oportunidade e enviaram mais recursos por causa da taxa de câmbio.

Se você faz parte dos milhares de brasileiros residentes nos EUA que enviam dinheiro e produtos para parentes no Brasil, conheça a Pontual Money Transfer. A empresa tem um serviço de transferência simples, rápido, transparente e com ótima relação custo-benefício, é o número um no mercado na escolha de brasileiros que residem nos mais variados lugares dos Estados Unidos.

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