Por Lindenberg Junior

: Roberta (À Direita) Morou em L.A e Retornou ao Rio em 2012

Roberta (À Direita) Morou em L.A e Retornou ao Rio em 2012

No ano de 2014, o Brasil recebeu a Copa do Mundo e em 2016 as Olimpíadas no Rio. Esses dois mega eventos abriram o leque das oportunidades em vários setores no país do samba, seja na área de turismo, tecnologia ou mesmo educação. O mercado de trabalho para professores de inglês, por exemplo, está em alta em consequência do aumento considerável de pessoas querendo aprender a língua mais popular do mundo.

A busca pelo aprendizado do inglês aumentou em vários setores e vai desde estudantes adolescentes de classes A, B e C até profissionais qualificados em distintas áreas como jornalistas, publicitários, advogados e administradores de empresas. Recentemente, por exemplo, várias corporações de mídia e comunicação tem oferecido em diversas cidades do Brasil cursos de inglês especializados para seus profissionais por meio de parcerias com instituições de ensino.

Isso fez também com que a profissão de professor de inglês passasse a estar em alta e, o emprego, seja através de instituições de ensino ou mesmo particular, em fase de boa demanda, principalmente pela falta de professores qualificados e com experiência de vivência no exterior.

“Recebemos inúmeros pedidos de professores de escolas que estavam insatisfeitos com sua remuneração e gostariam de aumentar sua renda com aulas de inglês”, afirmou Letícia Moraes, sócia da Advance Training, que surgiu em 2006 a partir da demanda do curso de inglês especializado para aulas particulares e com foco em profissionais que já são professores. Esse tipo de fato prova de alguma forma que a demanda existe e que a oportunidade está à vista, principalmente para os milhares de brasileiros que falam fluentemente o inglês, viveram ou ainda vivem nos Estados Unidos.

Essa oportunidade no Brasil se estende para aqueles que falam fluentemente o inglês e conhecem a cultura americana por experiência de vida. É o caso de Roberta Baptista, uma carioca que viveu em Los Angeles por vários anos, estudou turismo na UCLA, e regressou ao Brasil em 2012. “Com apenas dois meses no Brasil fui contratada como secretária executiva por uma empresa que se expandia e lidava com clientes internacionais graças, em boa parte, ao meu quase perfeito inglês”, nos disse Roberta. A carioca inclusive faz parte do time de colaboradores da revista Soul Brasil e nos ajuda com traduções.

A realidade é que a oportunidade no Brasil para aqueles que falam e escrevem bem em inglês são cada vez maiores já que mais e mais empresas e em diversificado setores, contratam profissionais com esse perfil. A experiência de ter vivido nos EUA e de conhecer a cultura americana são um “plus” na hora da escolha por parte do futuro patrão ou gerente de recursos humanos de uma determinada empresa.

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