A campeã peso pena, Cris Cyborg, esperava que a superluta com Amanda Nunes ocorresse no dia 8 de setembro no UFC 228, mas a detentora do cinturão dos galos recusou a data. Com isso, o Ultimate está trabalhando para que o combate aconteça em 29 de dezembro no UFC 232.

Mas Cyborg não quer aceitar a data e disse “conversei com o UFC e disse que queria lutar. Eles me ofereceram no dia 8 de setembro, em Dallas, para lutar contra Amanda. Eu disse que tudo bem. Eu vou lutar. Depois disseram que [ela] não aceitou o dia 8 de setembro. Então eu disse que queria lutar de qualquer maneira. Eu não quero ficar ociosa. E então Amanda enviou a foto, dizendo que aceitou a luta em 29 de dezembro”, explicou Cris em entrevista ao site “MMAFighting”.

Cyborg não luta desde março deste ano quando nocauteou Yana Kunitskay no primeiro round no UFC 222 e não está interessada em ficar muito tempo sem lutar. Cris afirmou que é desrespeitoso ter que esperar tanto para lutar com Amanda.

A lutadora, radicada em Los Angeles, também rebateu o argumento de que não há outras adversárias para ela em sua categoria. Ela reiterou que há lutadoras peso-pena em outras organizações, como Pam Sorenson e Cindy Dandois, e lembrou que o UFC colocou Holly Holm para disputar o cinturão contra Germaine de Randamie após duas derrotas seguidas – o que, segundo ela, significa que lutadoras que não estão no UFC ou que vieram de derrotas não devem ser descartadas.

Cansada da forma que o Ultimate administra sua carreira, Cyborg garante que está pronta para prestar seus serviços em outro lugar quando o contrato terminar em março. “Acredito que Amanda Nunes será minha última luta no UFC. Meu contrato vai até março (2019), e comigo esperando para lutar em dezembro, acho que será a última vez que vão me ver lutando no Ultimate”, concluiu.

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