Uma notícia caiu como uma bomba nos EUA e chocou milhões de pessoas, incluindo fãs de duas atrizes norte-americanas mundialmente famosas. Dezenas de pais ricos, incluindo as atrizes Felicity Huffman e Lori Loughlin, foram indiciados na terça-feira (12) por um esquema de pagamento de propinas milionárias para que seus filhos entrassem em universidades de prestígio nos Estados Unidos.

Felicity Huffman, de 56 anos, da série Desperate Housewives e do filme Transamérica (2005), e Lori Loughlin, de 54 anos, de Fuller House, foram acusadas junto com outras 48 pessoas de participar em um esquema massivo de suborno envolvendo algumas das universidades mais exclusivas dos EUA.

O esquema de alcance nacional, investigado pela Justiça de Boston e o FBI, foi descoberto depois que autoridades levantaram que um empresário da Califórnia, chamado William Rick Singer, criou uma organização de fachada para lavar o dinheiro que os pais pagavam por seus serviços – a maior parte deles pagou entre US$ 200 mil (R$ 761 mil) e US$ 400 mil (R$ 1,5 milhão) pela ajuda dele.

Treinadores esportivos de Yale, Stanford, da Universidade do Sul da Califórnia (USC), da Universidade do Texas e Georgetown também estão envolvidos no escândalo, por aceitar estudantes em suas equipes mediante pagamento de suborno e não com base no mérito esportivo, acrescentou a procuradoria em uma declaração.

Um acusado que colabora com a justiça e coordenou o esquema contou que ofereceu a Huffman que mediasse a correção das respostas do exame de admissão (SAT) de sua filha. Huffman é acusada de pagar US$ 15 mil pelo teste modificado de sua filha mais velha e por ter iniciado o mesmo processo para sua filha mais nova, apesar de ter abandonado a ideia.

Loughlin e seu marido, o estilista Mossimo Giannulli, também acusado, teriam acordado o pagamento de meio milhão de dólares para que suas filhas fossem incluídas na equipe de remo da USC, apesar de não serem remadoras. As duas filhas do casal foram aceitas na USC.

De acordo com o TMZ, o processo diz que a maioria dos estudantes envolvidos na fraude confessou às instituições que não tinha ideia de que os pais tinham comprado suas vagas

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